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Customer Support Control Plane

A sua equipa de suporte não devia ter acesso permanente aos dados dos seus clientes.

O Suptika transforma esse acesso em algo que se pede, que alguém aprova, que expira sozinho e que fica registado. Ticketing B2B com um plano de controlo de acesso por cima.

Produto novo. Somos nós que o operamos, nos nossos próprios produtos, antes de o vender.

O modo deus já existe. Só que ninguém está a olhar.

Qualquer empresa que opere um SaaS acaba por precisar de ver os dados de um cliente para lhe resolver alguma coisa. Esse acesso quase nunca está modelado: vive numa chave de serviço dentro de um script, num administrador permanente, ou numa consulta escrita à mão contra a base de produção.

Funciona. E ninguém sabe quem viu o quê.

  • Acesso que não expira

    Uma permissão dada para um incidente de há oito meses continua aberta.

  • Sem motivo associado

    Há uma consulta nos registos, mas não há forma de saber para que serviu.

  • O cliente não fica a saber

    Ninguém lhe perguntou, e não o consegue verificar depois.

Pedir, aprovar, expirar, registar.

  1. Pede-se a partir de um ticket

    Não há acesso sem ticket: é uma regra do esquema, não uma convenção da equipa.

  2. Aprova o dono do dado

    O cliente decide quem vê o que é seu. Ninguém aprova o seu próprio pedido.

  3. Expira pelo relógio

    A concessão morre à hora combinada mesmo que nenhum processo de limpeza corra.

  4. Fica registado

    O registo é apenas de escrita. Nem a equipa de plataforma o pode editar.

O que inclui

  • Tickets e diário de trabalho

    Fila por severidade e SLA, com notas internas separadas do que o cliente vê.

  • Access Broker

    Concessões temporárias com motivo, ticket e validade obrigatória.

  • Aprovação

    O titular do dado decide, com segundo fator.

  • Personificação segura

    Ver a aplicação pelos olhos do cliente. Só leitura por omissão, com faixa vermelha permanente e contagem decrescente.

  • Mascaramento

    Os dados pessoais aparecem ocultos. Revelá-los exige concessão e deixa rasto.

  • Auditoria imutável

    Linha temporal por ator, ação e motivo. Exportável para CSV.

  • Motor de políticas

    Duração máxima, horário permitido e limiares de alerta.

  • Portal do cliente

    Os seus tickets, e quem está a ver os seus dados neste momento.

Segurança

O que conseguimos demonstrar

  • Nenhum papel concede acesso permanente entre organizações: identidade de plataforma e autorização sobre dados são coisas distintas.
  • Toda a concessão tem validade. Não há exceção no esquema.
  • Aprovar uma elevação exige segundo fator nessa sessão.
  • O registo de auditoria bloqueia alteração e eliminação mesmo para a chave de serviço, que contorna todas as outras regras.
  • As 44 propriedades de acesso são testadas contra Postgres real em cada alteração.

E o que não

  • Quem tiver a chave de serviço da base continua a poder ler tudo.
  • O mascaramento é de apresentação, não cifra.
  • Não há cifra ao nível do campo: um despejo da base expõe os dados pessoais.

Para quem

  • Responsável de suporte

    Deixa de escolher entre resolver depressa e respeitar a privacidade.

  • CTO

    O acesso a produção deixa de ser uma conversa de confiança e passa a ser uma propriedade do sistema.

  • Conformidade

    Uma resposta com data, ator e motivo quando alguém perguntar quem viu aquele dado.

Perguntas

Isto substitui a minha ferramenta de tickets?

Pode. O ticketing está completo para suporte B2B. Se já tem uma que lhe serve, o que o Suptika acrescenta é a camada de acesso governado.

Funciona sobre os meus produtos ou só sobre os vossos?

O plano de acesso instala-se em cada produto governado como uma tabela de concessões que a sua própria segurança ao nível da linha lê. Hoje está provado sobre a nossa suite.

E se o cliente não aprovar a tempo?

Não há acesso. Para emergências existe um procedimento de quebra de vidro: máximo 30 minutos, justificação obrigatória, segundo fator e alerta crítico automático. Vem desligado de fábrica.

Posso exportar a auditoria?

Sim, em CSV, filtrada por ator, ação e data.

Está pronto para produção?

Estamos a colocá-lo em produção para a nossa própria operação. Se lhe interessa para a sua, falemos: preferimos poucos primeiros utilizadores e acompanhá-los bem.

Falamos sobre como a sua equipa chega hoje aos dados dos clientes?

Mostramos-lhe como o fazemos nós, na instalação real.