Customer Support Control Plane
A sua equipa de suporte não devia ter acesso permanente aos dados dos seus clientes.
O Suptika transforma esse acesso em algo que se pede, que alguém aprova, que expira sozinho e que fica registado. Ticketing B2B com um plano de controlo de acesso por cima.
Produto novo. Somos nós que o operamos, nos nossos próprios produtos, antes de o vender.
O modo deus já existe. Só que ninguém está a olhar.
Qualquer empresa que opere um SaaS acaba por precisar de ver os dados de um cliente para lhe resolver alguma coisa. Esse acesso quase nunca está modelado: vive numa chave de serviço dentro de um script, num administrador permanente, ou numa consulta escrita à mão contra a base de produção.
Funciona. E ninguém sabe quem viu o quê.
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Acesso que não expira
Uma permissão dada para um incidente de há oito meses continua aberta.
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Sem motivo associado
Há uma consulta nos registos, mas não há forma de saber para que serviu.
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O cliente não fica a saber
Ninguém lhe perguntou, e não o consegue verificar depois.
Pedir, aprovar, expirar, registar.
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Pede-se a partir de um ticket
Não há acesso sem ticket: é uma regra do esquema, não uma convenção da equipa.
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Aprova o dono do dado
O cliente decide quem vê o que é seu. Ninguém aprova o seu próprio pedido.
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Expira pelo relógio
A concessão morre à hora combinada mesmo que nenhum processo de limpeza corra.
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Fica registado
O registo é apenas de escrita. Nem a equipa de plataforma o pode editar.
O que inclui
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Tickets e diário de trabalho
Fila por severidade e SLA, com notas internas separadas do que o cliente vê.
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Access Broker
Concessões temporárias com motivo, ticket e validade obrigatória.
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Aprovação
O titular do dado decide, com segundo fator.
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Personificação segura
Ver a aplicação pelos olhos do cliente. Só leitura por omissão, com faixa vermelha permanente e contagem decrescente.
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Mascaramento
Os dados pessoais aparecem ocultos. Revelá-los exige concessão e deixa rasto.
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Auditoria imutável
Linha temporal por ator, ação e motivo. Exportável para CSV.
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Motor de políticas
Duração máxima, horário permitido e limiares de alerta.
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Portal do cliente
Os seus tickets, e quem está a ver os seus dados neste momento.
Segurança
O que conseguimos demonstrar
- Nenhum papel concede acesso permanente entre organizações: identidade de plataforma e autorização sobre dados são coisas distintas.
- Toda a concessão tem validade. Não há exceção no esquema.
- Aprovar uma elevação exige segundo fator nessa sessão.
- O registo de auditoria bloqueia alteração e eliminação mesmo para a chave de serviço, que contorna todas as outras regras.
- As 44 propriedades de acesso são testadas contra Postgres real em cada alteração.
E o que não
- Quem tiver a chave de serviço da base continua a poder ler tudo.
- O mascaramento é de apresentação, não cifra.
- Não há cifra ao nível do campo: um despejo da base expõe os dados pessoais.
Para quem
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Responsável de suporte
Deixa de escolher entre resolver depressa e respeitar a privacidade.
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CTO
O acesso a produção deixa de ser uma conversa de confiança e passa a ser uma propriedade do sistema.
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Conformidade
Uma resposta com data, ator e motivo quando alguém perguntar quem viu aquele dado.
Perguntas
Isto substitui a minha ferramenta de tickets?
Pode. O ticketing está completo para suporte B2B. Se já tem uma que lhe serve, o que o Suptika acrescenta é a camada de acesso governado.
Funciona sobre os meus produtos ou só sobre os vossos?
O plano de acesso instala-se em cada produto governado como uma tabela de concessões que a sua própria segurança ao nível da linha lê. Hoje está provado sobre a nossa suite.
E se o cliente não aprovar a tempo?
Não há acesso. Para emergências existe um procedimento de quebra de vidro: máximo 30 minutos, justificação obrigatória, segundo fator e alerta crítico automático. Vem desligado de fábrica.
Posso exportar a auditoria?
Sim, em CSV, filtrada por ator, ação e data.
Está pronto para produção?
Estamos a colocá-lo em produção para a nossa própria operação. Se lhe interessa para a sua, falemos: preferimos poucos primeiros utilizadores e acompanhá-los bem.
Falamos sobre como a sua equipa chega hoje aos dados dos clientes?
Mostramos-lhe como o fazemos nós, na instalação real.